PESSOAS QUE SE RECUSAM A USAR MÁSCARAS TÊM MAIS CHANCE DE SEREM SOCIOPATAS

Foto Stock via Shutterstock

Por Felipe Ernani

Um novo estudo, conduzido no Brasil pela Universidade Estadual de Londrina e assinado pelo professor Fabiano Koich Miguel ao lado de outros colegas, descobriu que pessoas que se recusam a usar máscaras em meio à pandemia são mais propensas a serem sociopatas.

De acordo com o healthline, define-se sociopata como “um termo usado para descrever alguém que tem Transtorno de Personalidade Antissocial (TPAS)” e as pessoas com TPAS “não conseguem entender os sentimentos dos outros […] frequentemente quebrando regras e tomando decisões impulsivas sem se sentirem culpadas pelo mal que causam”.

Os resultados da pesquisa brasileira chegaram até o portal britânico Mirror, que explica que 1578 adultos receberam perguntas como “você acredita ser necessário usar uma máscara/respeitar o distanciamento social/lavar as mãos mais frequentemente?” e a partir daí os participantes foram divididos em dois grupos: o “grupo da empatia” e o “grupo antissocial”.

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A PORÇÃO PERVERSA DA ALMA DO POVO

Por Pepe Damasco

As pessoas estão perdendo filhos, pais, mães, avós, tios, primos e amigos, vítimas de mortes evitáveis em muitos casos, se não estivéssemos sob um governo que cultua a morte.

Mas, estranhamente, a defesa do bem mais precioso de qualquer ser humano, a vida, não é motivo suficiente para uma revolta da vacina às avessas. E 200 mil mortos são três Maracanãs lotados.

Essa tragédia sem precedentes na história não é suficiente para que os brasileiros e brasileiras cerquem o Palácio do Planalto, pelo menos virtualmente , e exijam vacina imediatamente, além da saída do genocida que ocupa a cadeira presidencial.

Desnecessário entrar em detalhes acerca do papel nefasto da longa dominação de 520 anos da Casa Grande para o baixo nível de consciência política da nossa gente.

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A ERA DOS PSICOPATAS BEM-SUCEDIDOS

Eles compartilham o prazer em infligir o sofrimento ao outro. Violam direitos humanos e instauram o conflito permanente. Alguns são punidos por seus crimes. Outros, mais ardilosos, infiltram-se na política, na religião e nas corporações

Título original: Necropolítica, Arquétipo e Psicopatia

A partir da leitura do texto Necropolítica, do filósofo Achille Mbembe, a curiosidade me estimulou a formular algumas perguntas: quem são os necropolíticos? Quem pratica o necropoder? É possível esboçar algumas características psíquicas dessas pessoas?

Segundo Mbembe, soberania (no contexto do Necropoder) é a capacidade de definir quem importa e quem não importa, quem é descartável e quem não é. Uma forma de soberania que não é a autonomia dos povos, mas a possibilidade de destruição destes. Em última instância, soberania é o direito de matar e que na guerra isso fica explícito; e a política (Necropolítica) como expressão dessa soberania do estado de exceção.

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