FILME: SOMOS TODOS IGUAIS

Imagem: Reprodução

A história real do casal Ron (Kinnear) e Deborah Hall (Zellweger). Ela é uma mulher muito religiosa e valente que está batalhando contra um grave câncer. Por persistência da esposa, Ron, um renomado negociante internacional de arte, se aproxima de Denver (Hounsou), um perigoso sem-teto com um passado de sofrimento e exploração. Independente de seu estado de saúde, Deborah estava motivada a fazer o marido participar de um programa social para ajudar o homem humilde a ter novas perspectivas na vida.

Um grande filme baseado em uma grande história real que emociona e que nos faz pensar no que realmente importa na vida. Um filme muito bonito que merece ser divulgado.(Adoro Cinema)

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UM CORAÇÃO ALEGRE E SOLIDÁRIO

Padre Julio Lancelotti e o ator Paulo Gustavo ( reprodução Brasil 247)

Padre Júlio Lancellotti diz que Paulo Gustavo doou R$ 1,5 milhão para caridade]

“Muita gente não sabe, mas o ator Paulo Gustavo era grande benemérito das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid). Paulo Gustavo doou R$ 600 mil para a construção de uma unidade de oncologia da Osid. Em 2017, quando a obra de construção iniciou, ele visitou o espaço. O apoio não parou por aí. Segundo a superintendente da Osid e sobrinha de Santa Dulce, Maria Rita, Paulo Gustavo doou à instituição um total de 1,5 milhão”, disse o padre Julio Lancelotti em uma rede social. (Brasil 247)

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TOM CRUISE E O BOM SAMARITANO

Tom Cruise socorreu brasileira atropelada em 1996 (Alberto Pizzoli/AFP)

Por Frei Betto

Entramos na Semana Santa. Todo o mundo, o Brasil de modo especial, vive há mais de um ano em plena Sexta-Feira da Paixão: quase 3 milhões de mortos pela Covid, dos quais mais de 300 mil em nosso país.

Dói a incerteza da doença em milhões de infectados; dói nas famílias dos mortos; dói a ausência de velórios; dói nos trabalhadores da saúde que, exaustos, sabem que não podem fazer milagres na falta de insumos, remédios, oxigênio e leitos; dói no bolso dos comerciantes que veem seus negócios falidos; dói no risco cotidiano enfrentado pelas pessoas obrigadas a sair de casa para trabalhar; dói ao viajar no transporte coletivo lotado; dói na falta de crédito facilitado a quem vê o seu empreendimento fechar, e dói por não ser permanente e suficiente o auxílio emergencial a tantos que precisariam ficar em casa e, ao mesmo tempo, se alimentar, pagar aluguel, e as contas de água, luz, telefone etc.

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COM A CRISE SANITÁRIA EM FASE CRÍTICA, AUMENTA A DEMANDA POR DOAÇÕES; SAIBA COMO AJUDAR

Com crise sanitária em fase crítica, aumenta a demanda por doações; saiba como ajudar – Divulgação / Caio Caciporé

Da Folha de S. Paulo

Organizações da sociedade civil voltam a se mobilizar para atender comunidades vulneráveis, em meio ao agravamento da crise sanitária, social e econômica da Covid-19. O Monitor das Doações, plataforma alimentada pela ABCR (Associação Brasileira dos Captadores de Recursos), chegou ao montante de R$ 6,5 bilhões destinados por empresas e pessoas físicas para o enfrentamento da pandemia entre 31 de março de 2020 e 28 de fevereiro de 2021.

Após crescimento vertiginoso no início da mobilização, as doações estacionaram no final do ano passado. Os dados apontam para um aquecimento diante da fase mais crítica da pandemia.

“Desde janeiro temos visto o volume de doações voltar a crescer um pouco, mas muito menos do que no início”, avalia João Paulo Vergueiro, diretor executivo da ABCR.

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COZINHAS SOLIDÁRIAS DO MTST COMBATEM A FOME NAS PERIFERIAS EM MEIO À PANDEMIA

As chefs Paola Carosella e Bel Coelho se unem ao MTST de Guilherme Boulos no projeto Cozinhas Solidárias: quem tem fome, tem pressa

A solidariedade diante da fome que voltou a assolar milhões de brasileiros por todo o país uniu chefs de renome e o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). Live realizada nesta segunda-feira (15) reuniu lideranças do movimento como Guilherme Boulos e Debora Pereira, e a chef Bel Coelho para o lançamento do projeto Cozinhas Solidárias. No sábado (13), a primeira unidade foi inaugurada no Jardim Damasceno, bairro da Brasilândia. O evento, no extremo norte da cidade de São Paulo, contou com a participação de Boulos e da chef Paola Carosella. “Se a gente não faz, não tem quem faça”, disse Debora Pereira, no lançamento do projeto. “Ao pegar as marmitas, as pessoas enchem os olhos de lágrima. Ela não sabiam se iam comer naquele dia. A fome dói e dói de verdade.”

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