PANDEMIA PREJUDICOU EMPREGO OU RENDA DE 62% DOS BRASILEIROS, DIZ PESQUISA

De acordo com levantamento feito no final de maio pelo PoderData, 60% afirmaram
terem deixado de pagar alguma conta no último mês

Por RBA

Emprego ou renda na pandemia ficaram piores para 62% dos brasileiros, segundo pesquisa realizada entre os dias 24 e 26 pelo PoderData e divulgada nesta segunda-feira (31). A coleta de dados mostra, ainda, que 60% dos entrevistados afirmaram terem deixado de pagar alguma conta no último mês.

O percentual, no primeiro quesito, é seis pontos percentuais menor do que o registrado no levantamento anterior (68%), feito um mês antes. No sentido oposto, 36% disseram não terem tido emprego e renda prejudicados por conta da pandemia, contra 30% da pesquisa anterior. O índice de quem afirmou não saber permaneceu nos 2%.

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10 CANAIS NO YOUTUBE QUE AJUDAM A ORGANIZAR SUAS FINANÇAS

Cenário de juros baixos, desemprego elevado e incerteza econômica com a pandemia leva brasileiro a buscar educação financeira

Por Julia Moura /Folha

Sem educação financeira, o brasileiro teve que se virar para aprender a se livrar das dívidas e investir. Tarefas especialmente difíceis nos últimos tempos de pandemia, com incerteza econômica, desemprego em níveis historicamente altos e queda da Selic para 2,25% ao ano, fazendo a poupança, investimento mais popular do país, apresentar taxa de juros real (descontada da inflação) negativa.

Na Bolsa, os CPFs mais que triplicaram desde 2018, para 2,6 milhões em junho, enquanto um terço das famílias brasileiras tem um endividado em casa, de acordo com dados da FGV.

Para juntar dinheiro e fazê-lo render, o brasileiro busca conteúdos gratuitos para aprender na prática, da mesma forma que recorre ao YouTube para tutorial de maquiagem ou receita de bolo.

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ALERTA GERAL: ESTICARAM DEMAIS A CORDA E AGORA ESTÃO COM MEDO DO POVO

Postado por Blog do Valentin

Por Ricardo Kotscho /Jornalistas pela Democracia

“Derruba a Dilma e a Banânia vai ser o céu. Faz a reforma trabalhista e vai ser o paraíso. Elege o Bolsonaro e teremos o nirvana. Faz a reforma da Previdência, e faz a reforma tributária, e faz a reforma administrativa… e lá vai o pato, pato aqui, pato acolá. Viva Bolsonaro, viva Paulo Guedes, viva a Banânia!” (Vicente Oliveira, de Maceió, no Painel do Leitor da Folha).

“Risco de efeito dominó”: o alerta foi dado nesta mesma edição de terça-feira por Daniela Lima, na  abertura da sua coluna: “Em SP, as cúpulas das polícias Civil e Militar foram orientadas a monitorar convocações de atos de direita e de esquerda, especialmente na capital”.

É a primeira vez na grande mídia que este assunto reaparece:

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MULHERES SOBRECARREGADAS E HOMENS DESEMPREGADOS. A NOVA REALIDADE DE MUITAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS

Postado por Blog do Valentin

De pé no meio da cozinha, Alessandra aperta os olhos para enxergar as letras pequenas. Ela segura o papel com as duas mãos e treme um pouco.

“Insônia, cefaleia, ideias suicidas…Nossa, você toma algo para ansiedade e pode ter ideias suicidas!”, ri, meio sem jeito.

Caixas com tarjas vermelhas e pretas estão enfileiradas sobre o micro-ondas. É dentro de uma delas que Alessandra guarda a bula.

“Mas você sabe, esse é o melhor ansiolítico que existe!”

Apesar dos efeitos colaterais, são os remédios que ajudam Alessandra, 45, a dormir, acordar e respirar durante crises de asma, bronquite e síndrome do pânico. Essas doenças apareceram há alguns anos, quando sua vida começou a mudar.

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JUVENTUDE: ESTUDO, EMPREGO E FUTURO. O QUE ESPERAR NUM BRASIL DESGOVERNADO?

Postado por Valentin FerreiraAlém dos jovens enfrentarem mais dificuldades para conseguir trabalho, quando empregados, são os mais vulneráveis à demissão / (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Do Brasil de Fato

Conseguir um emprego, entrar na faculdade e construir uma vida estável. Esses são os objetivos de qualquer jovem entre 18 e 24 anos. No entanto, essa parcela da população é uma das mais afetadas pela crise econômica que assola o país e a consequências desse cenário vão muito além de questões financeiras.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, em 2018, o índice de desemprego entre os jovens brasileiros foi de 25,2% e atingiu 11,6% da população em geral. Ou seja: a probabilidade de um jovem estar desocupado é duas vezes maior do que a do restante dos brasileiros. Os números mostram que a realidade daqueles que daqui há alguns anos deveriam compor a centralidade da força produtiva do país é desanimadora.

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