IMPACTO NA SAÚDE MENTAL SERÁ SEQUELA MAIS DEVASTADORA QUE A PANDEMIA.

Suicídios estão longe de ser provocados só por dilemas existenciais e filosóficos insolúveis, como ainda há quem pense

Por Drauzio Varella / Folha

Transtornos psiquiátricos serão as sequelas mais prevalentes da epidemia.

Embora o vírus possa provocar complicações tardias pulmonares, cardíacas, vasculares, renais, musculares e cerebrais, entre outras, o impacto na saúde mental será mais devastador, justamente por afetar uma área já problemática antes da pandemia.

Anos atrás, a OMS (Organização Mundial da Saúde) previu que depressão se tornaria a principal causa de absenteísmo nas empresas, a partir da década de 2020. Os trabalhadores faltariam mais por crises depressivas do que por dores na coluna, gripes e resfriados. No mercado financeiro de São Paulo, a previsão se confirmou antes de 2020.

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BRASIL TEM 6 ABORTOS POR DIA EM MENINAS DE 10 A 14 ANOS ESTUPRADAS

Por Matheus Magenta e Laís Alegretti / BBC e Folha

O aborto realizado legalmente em uma criança de 10 anos que foi estuprada no Espírito Santo virou campo de batalha no Brasil

Após autorização judicial, a menina foi levada a outro Estado no domingo (16/08) para interrupção da gravidez. Ela relatou que sofria abusos sexuais do tio desde os 6 anos e que não contava para os outros porque ele a ameaçava. O tio da criança está foragido.

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SEM O SUS, É A BARBÁRIE, Por Drauzio Varella

Postado por Blog do Valentin
O Brasil foi ousado ao levar assistência médica gratuita a toda a população

Da Folha SP

“Sem o SUS, é a barbárie.” A frase não é minha, mas traduz o que penso. Foi dita por Gonzalo Vecina, da Faculdade de Saúde Pública da USP, um dos sanitaristas mais respeitados entre nós, numa mesa redonda sobre os rumos do SUS, na Fundação Fernando Henrique Cardoso.

Estou totalmente de acordo com ela, pela simples razão de que pratiquei medicina por 20 anos antes da existência do SUS.

Talvez você não saiba que, naquela época, só os brasileiros com carteira assinada tinham direito à assistência médica, pelo antigo INPS. Os demais pagavam pelo atendimento ou faziam fila na porta de meia dúzia de hospitais públicos espalhados pelo país ou dependiam da caridade alheia, concentrada nas santas casas de misericórdia e em algumas instituições religiosas.

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COOPERATIVA DE MULHERES EM SP PRODUZ ERVAS MEDICINAIS ORGÂNICAS PARA O SUS

Postado por Valentin Ferreira

Imagens: Camila Maciel

A Cooplantas funciona em um assentamento do MST, na cidade de Itapeva, interior de São Paulo .Uma das conquistas mais recentes é a construção de uma fábrica de chá para produção e venda em sachê

Por Camila Maciel, para o Saúde Popular

Trinta agricultoras e dois agricultores do Assentamento da Fazenda Pirituba, na cidade de Itapeva, interior paulista, vem demonstrando nos últimos 27 anos a possibilidade de fazer saúde, a partir da elaboração de medicamentos à base de plantas.

O cuidado milenar dos povos tradicionais por meio das plantas, à medida que foi crescendo, fez nascer a Cooperativa de Produção de Plantas Medicinais, Cooplantas.

Parte da produção da cooperativa, que é toda orgânica e agroecológica, vai para o Sistema Único de Saúde (SUS) em forma de medicamentos fitoterápicos.

Com o trabalho na lavoura, elas produzem dezenas de variedades. Cavalinha, melissa, erva cidreira, capim limão, goiaba, amora são apenas algumas delas.

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A INCLUSÃO DE NOVAS TERAPIAS ALTERNATIVAS AO SUS. E O DEBATE NA MEDICINA

Postado por Valentin Ferreira

APÓS ANÚNCIO, SUS PASSA A CONTAR COM A OFERTA DE 29 PRÁTICAS ‘INTEGRATIVAS’

Por Murilo Roncolato / Nexo Jornal

Desde a última segunda-feira (12), qualquer brasileiro pode solicitar ao Sistema Único de Saúde tratamentos alternativos para seus problemas de saúde baseados no uso de óleos aromáticos (aromaterapia), substâncias produzidas por abelhas (apiterapia) ou ainda essências de flores (florais).

Contando com essas, totalizam 10 as novas “práticas integrativas ou complementares” – assim chamadas por serem aplicadas de forma integrada ou associada a tratamentos convencionais. Anunciadas pelo ministro da Saúde Ricardo Barros (PP), as modalidades terapêuticas passam agora a integrar o SUS sob custeio do governo federal.

Completam a lista de tratamentos que “utilizam recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais” as chamadas:

Bioenergética: que adota “psicoterapia corporal e exercícios terapêuticos” para “liberar as tensões do corpo” e facilitar “a expressão de sentimentos”

Constelação familiar: “técnica de representação espacial das relações familiares que permite identificar bloqueios emocionais”

Cromoterapia: “utiliza as cores nos tratamentos das doenças com o objetivo de harmonizar o corpo”

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