“THE ECONOMIST” CRITICA BOLSONARO E VÊ “DÉCADA SOMBRIA”

Reportagem mostra situação do Brasil e diz que presidente quer destruir as instituições

A revista britânica The Economist, uma das mais conceituadas publicações do mundo, traz nesta semana uma edição especial sobre o Brasil com uma série de críticas ao governo Jair Bolsonaro. Como em outras vezes que se referiu ao país, a revista traz na capa uma nova ilustração do Cristo Redentor, desta vez respirando com uma máscara de oxigênio.

No especial, que é capa da revista sob o título ‘A década sombria do Brasil’, a revista descreve o presidente brasileiro como um homem que quer “destruir as instituições, não reformá-las”, “esmagou todas as tentativas” de uma exploração sustentável da Amazônia e revelou serem “falsos” todos os votos favoráveis à renovação política.

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NEW YORK TIMES E THE ECONOMIST EXPÕEM AS FALCATRUAS DA LAVA JATO

Por Esmael Moraes

  1. Jornal americano volta a denunciar que Moro e procuradores de Curitiba “transformaram uma simples força-tarefa em uma entidade acima da lei”
  2. Revista inglesa deixa claro que Moro foi imparcial com o objetivo de tirar Lula das eleições de 2018
  3. Governo Bolsonaro não tem compromisso com o combate à corrupção.
  4. No começo de fevereiro, o New York Times expôs ao mundo a farsa representada pela Operação Lava Jato. No dia 9 daquele mês, o jornal estadounidense publicou artigo de Gaspard Estrada, diretor-executivo do Observatório Político da América Latina do Instituto de Estudos Políticos de Paris, que não mediu palavras ao descrever as ações tomadas por Sergio Moro e os procuradores de Curitiba. Segundo o renomado cientista político, a Lava Jato foi vendida “como a maior operação anticorrupção do mundo”, mas se revelou, mais tarde, “o maior escândalo judicial da história”.
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A PARANOIA ANTICOMUNISTA ENCOBRE AS REAIS AMEAÇAS AUTORITÁRIAS DA ELEIÇÃO

Postado por Valentin Ferreira

 Por  Leonardo Sakamoto / Em seu Blog

Quando um grupo de brasileiros tentou convencer a Embaixada da Alemanha que o nazismo era um movimento de esquerda e não de extrema-direita, eu senti mais vergonha do que no 7 a 1. A situação piorou quando, diante das negativas do A situação piorou quando, diante das negativas do governo alemão em aceitar a revolucionária interpretação, houve quem acusasse a embaixada de ser comunista.

Agora, outro bando (que, aliás, periga não ser outro, mas o mesmo) está chamando a The Economist – revista com 175 anos de existência, que é referência global para os defensores do livre mercado – de comunista. Acusam-na de ser um panfleto que faz o jogo da esquerda. O motivo? A capa de sua última edição chama Jair Bolsonaro de ameaça para o Brasil e a América Latina.

E, se duvidar, foram as mesmas pessoas que, no final da greve dos caminhoneiros, tentaram sequestrar o movimento exigindo um golpe militar. Ao perceberem que o comando das Forças Armadas achava a ideia estapafúrdia, chamaram os comandantes do que? De comunistas.

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