50% DAS MULHERES BRASILEIRAS PASSARAM A CUIDAR DE ALGUÉM DURANTE A PANDEMIA

“Eu estou fazendo isolamento e trabalhando de casa, porém minha renda despencou”, afirmou uma das 2,6 mil mulheres que responderam ao questionário – Divulgação

Do Brasil de Fato

Metade das mulheres brasileiras passaram a cuidar de alguém durante a pandemia de covid-19. Quando se faz o recorte de raça e região, por exemplo, os números mudam. No ambiente rural, 62% das mulheres passaram a ter esse tipo de responsabilidade. Quanto ao suporte nas tarefas de cuidado, as mulheres negras são as mais desassistidas.

As informações são do estudo “Sem Parar: o trabalho e a vida das mulheres na pandemia”, realizado realizado pelas organizações Gênero e Número e Sempreviva Organização Feminista (SOF) e divulgado nesta quinta-feira (30). 

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QUASE 40% DAS FAMÍLIAS SÃO CHEFIADAS POR MULHERES NA GRANDE SÃO PAULO

Mulheres que chefiam famílias são mais velhas e ganham menos do que os homens

Segundo a Fundação Seade, as famílias chefiadas por elas têm rendimento aproximadamente 30% menor em relação às comandadas por homens

Por Rede Brasil Atual

 “Diversidade de composição é um traço cada vez mais característico das famílias” na região metropolitana de São Paulo, aponta pesquisa da Fundação Seade, divulga em referência ao Dia Internacional da Mulher, que é celebrado neste domingo (8). Uma das constatações é de que 39% das famílias têm chefes mulheres, seja com ou sem cônjuge e com ou sem filhos.

A situação mais comum, diz a pesquisa, continua sendo aquela em que a mulher chefe de família vive apenas com filhos e/ou netos. Mas a parcela de famílias formadas por casal, com ou sem filhos, e chefiadas por mulheres já chega a quase um quarto (24%) do total.

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MAIOR PARTICIPAÇÃO FEMININA TRARIA R$ 382 BILHÕES À ECONOMIA BRASILEIRA ATÉ 2025, DIZ OIT

Por: Marina Wentzel/BBC Brasil

Mulheres profissionaisGettyImagens

O Brasil pode expandir sua economia em até R$ 382 bilhões ao longo de oito anos se aumentar a inserção das mulheres no mercado de trabalho em um quarto até 2025, estima a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Diminuir em 25% a desigualdade de gênero no mercado de trabalho até 2025 é um compromisso dos países-membros do G20, do qual o país faz parte. Segundo a OIT, isso traria um incremento acumulado de 3,3% ao Produto Interno Bruto brasileiro ao longo do período.

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