PELA PRIMEIRA VEZ EM 380 ANOS, HARVARD TEM MAIORIA “NÃO BRANCA” DE CALOUROS

Postado por Valentin Ferreira / da BBC Brasil

Mais da metade dos estudantes que entrarão em Harvard neste ano não será branca.

Entre os calouros que iniciam o ano letivo neste mês na universidade, que formou mais presidentes americanos do que qualquer outra, 50,8% vêm de minorias. Nos 380 anos de história da prestigiada instituição, é a primeira vez que isso acontece, segundo os números oficiais.

No ano passado, o percentual foi de 47,3%.

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A UNIVERSIDADE PÚBLICA, DE QUALIDADE E GRATUITA É VIÁVEL?

Por: Otaviano Helene /Correio da Cidadania

O ataque sistemático à universidade pública no Brasil, a fim de abrir espaço ao setor privado, fez com que nosso país se tornasse um daqueles com as maiores proporções de matrículas no setor privado em todo o mundo. Apesar da (falsa) justificativa para a privatização ser a necessidade de apelar para que o setor privado colabore com a inclusão no ensino superior, o fato é que isso não ocorre.

A taxa de privatização no Brasil é maior do que a média dos demais países da América do Sul, mas a taxa de inclusão de jovens no ensino superior, perto de 40% (1), está bem abaixo da média observada nos demais países sul-americanos, de 58% (no Brasil, a taxa de inclusão é pouco mais da metade daquela observada na Argentina ou na Venezuela e significativamente inferior à do Uruguai, países com taxas de privatização bem inferiores à brasileira). Ou seja, a privatização não resolveu – e não tinha porque resolver – o problema da inclusão.

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