VACINA: QUER PAGAR QUANTO?

Vacinação ilegal em garagem de companhia de ônibus em Belo Horizonte – Reprodução

Por Gabriela Prioli

O governo Bolsonaro trata a vida como um asset político. Ora defende o tratamento precoce e demoniza a vacina, ora se apropria da vacina como conquista particular. Quem sofre às margens do Ipiranga são aqueles que, sem cargos ou fardas, nunca ouviram o grito de liberdade.

Num país que se organiza a partir do interesse de poucos, os desempregados da pandemia padecem em um sistema de saúde superlotado (apesar dos diversos leitos vazios nos hospitais do Exército), com um auxílio emergencial de fome, sem políticas públicas, sem salário, sem vacina, sem esperança.

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