O ADMIRÁVEL SUBMUNDO DA AMAZON

Postado por Valentin FerreiraJeff Bezos, fundador e presidente-executivo da Amazon

Ele é o homem mais rico do planeta. Nem por isso dispensa aos funcionários um tratamento justo. Em artigo para a Folha, Fernanda Mena informa sobre a gigante mundial do varejo, e o seu submundo.

“O fim de semana do carnaval das compras, a Black Friday, deu fortes indícios de como a Amazon e seu sucesso no varejo online devem delinear o futuro das pessoas, alterando o consumo e as cidades tanto quanto as relações sociais, o trabalho e o meio ambiente.

No último domingo, eu precisei desviar dos pacotes da Amazon empilhados no lobby do prédio em que moro, em Chicago, para chegar ao elevador. Tamanho volume, inédito segundo o zelador, é um retrato dos US$ 6,2 bilhões gastos em compras online nos EUA apenas na última sexta-feira —um crescimento de 23% em relação ao ano passado”

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VAREJO DEVE CRESCER 1,4% EM 2017

Postado por Valentin Ferreira / Da Agência BrasilAgência BrasilQueda dos juros e da inflação contribui para estimativa de crescimento de 1,4% do varejo este ano
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro deve crescer 1,4% este ano em relação a 2016, segundo projeção da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Em julho, a estimativa da entidade era de que o setor fecharia o ano com leve recuo de 0,4%. Para a associação, a melhora de cenário se deve a uma queda da inflação nos últimos meses, maior do que se esperava. Os dados se referem ao varejo restrito, que não considera automóveis e material de construção.

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COM QUEDA NOS PREÇOS DOS ALIMENTOS “PRÉVIA” DA INFLAÇÃO, RECUA

Por: Por RedeBrasilAtualResultado de imagem para imagem de corredores de supermercado
Taxa foi de 0,16% em junho, com variação de 3,52% em 12 meses. Combustíveis caem, passagens aéreas e conta de energia aumentam

Com queda nos preços dos alimentos, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou 0,16% em junho, na menor taxa para o mês desde 2006, segundo o IBGE. A “prévia” da inflação oficial fechou o primeiro semestre em 1,62%, ante 4,62% em igual período de 2016 e com o menor índice acumulado para o período desde 1994. Em 12 meses, recuou para 3,52%, o mais baixo nesse intervalo nos últimos 10 anos. Os resultados foram divulgados na manhã desta sexta-feira (23).

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