OS EUA NÃO QUEREM DEMOCRACIA, QUEREM PETRÓLEO.

Postado por Valentin Ferreira / Por Fernando Britomini

Não é preciso mais do que o bom e velho raciocínio cartesiano para entender.

Os governos norte-americanos – ora mais, ora menos explicitamente – não se preocupam com a democracia, seja com seus vizinhos de macrocontinente, seja mundo afora.

Do contrário, não apoiariam e armariam a dinastia da Arábia Saudita, aquela que corta cabeças em praça pública e prende garotos que dançam “macarena”.

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TEMER, FRUTO DE UM GOLPE, FALA EM DEMOCRACIA NA VENEZUELA

Postado por Valentin Ferreira / do Brasil 247

No poder devido a um golpe de Estado que destituiu a presidente legitimamente eleita, Michel Temer saiu de um jantar com o presidente americano, Donald Trump, realizado ontem em Nova York, defendendo ações para garantir a “democracia” na Venezuela; o encontro, promovido por Trump com líderes latino-americanos, mais pareceu uma reunião de “doutrinação” dos EUA contra o presidente venezuelano, Nicolás Maduro; como não poderia deixar de ser, Temer saiu do jantar repetindo o que aprendeu na cartilha americana:” A opinião de todos é a necessidade de uma resolução democrática na Venezuela. Houve uma coincidência na posição dos participantes”; nas redes sociais, o brasileiro foi ridicularizado por ter sido o único a precisar recorrer a fones de ouvido com tradução simultânea

 

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PARA ENTENDER O COMBATE ENTRE O CHAVISMO E IMPERIALISMO NA VENEZUELA

Postado por Valentin Ferreira / do Jornalistas Livres
A Venezuela, desde sua revolução bolivariana iniciada pelo comandante Hugo Rafael Chávez Frias, sentiu profundas mudanças econômicas e principalmentes sociais em sua nação, mudanças que alteraram totalmente o rumo…

A Venezuela, desde sua revolução bolivariana iniciada pelo comandante Hugo Rafael Chávez Frias, sentiu profundas mudanças econômicas e principalmentes sociais em sua nação, mudanças que alteraram totalmente o rumo do país que antes era um dos mais desiguais da américa do sul. Porém, hoje a Venezuela se encontra a beira de uma guerra civil, ameaçada e desejada pela oposição que quer tomar o poder a qualquer custo.

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EUA VÃO INCENDIAR A VENEZUELA PARA FRITAR O BRASIL?

Por Valentin Ferreira

EUA VÃO INCENDIAR A VENEZUELA PARA FRITAR O BRASIL ?

Os EUA “investirão” pesado no esfacelamento da Venezuela e seu povo com dupla finalidade: Garfar o petróleo venezuelano e usar a tragédia para influenciar nas eleições de 2018, para impedir  que o PT ganhe as eleições. Ato contínuo apropriar-se do petróleo verde-amarelo e suas exponenciais reservas.

SCRIPT

O que deve estar em gestação no ventre da Casa Branca é o caos a ser “construído” no país vizinho , que servirá de  biombo contra o PT em 2018. Essa será importante tarefa de Trump sob as ordens de Wall Street.  Os petistas-bolivarianos que  foram apeados do poder em 2016, não podem ganhar em 2018.

A construção do enredo já está em plena execução com a “expulsão” da Venezuela do Mercosul e as ações de política externa de Temer com apoio dos países vizinhos “amigos” dos Ianques.

Julian Assange  criador do Wikileaks, disse que  EUA “descobriram um novo Iraque, a Venezuela”. No Iraque, Sadam, foi deposto. E morto. Maduro será deposto. E o Brasil será preposto. Em definitivo.

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POR QUE OS EUA ACEITAM MADURO(VENEZUELA) E NÃO INTERVÊM MAIS, SEGUNDO O “NYT”

Postado por Valentin Ferreira / da Folha SP

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Domingo à noite, a home page e o aplicativo do “New York Times” não faziam referência à Venezuela.

A explicação era encontrada em longa reportagem do mesmo “NYT”, publicada antes, ouvindo autoridades anônimas e mostrando por que os Estados Unidos não intervêm. Diz o jornal:

— O efeito poderia ser um conflito mais violento ou mesmo um golpe militar. E as ondas de choque em todo o hemisfério poderiam criar mais complicações para o governo americano no momento em que tenta se concentrar na Coreia do Norte e Irã.

Mais importante, haveria “danos colaterais aos EUA”, como “aumentar o preço da gasolina e reduzir o lucro de várias grandes refinarias”, além de “forçar Chevron, Philips e outras a importar petróleo com custos maiores” de países distantes.

E o preço do petróleo também saltaria em todo o mundo, “reforçando as economias da Rússia e do Irã”.

Reprodução
No 'Financial Times', soldados ocupam Rio

GUERRA À BRASILEIRA

No “Financial Times”, com a foto acima, “Brasil manda soldados para combater onda de crimes no Rio”, destacando a quantidade, 8.500.

Explica que “o Rio está no centro de um mal-estar profundo que aflige a economia” do país,

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VENEZUELA NÃO É CUBA, E BRASIL NÃO É VENEZUELA

Por Valentin Ferreira / do Jornalistas Livres
Encruzilhada em bairro de classe média de Caracas: ruas vazias e grupos de mascarados

Por Luiza Lusvarghi*, especial para os Jornalistas Livres

A cena seria perfeita para um thriller de ação. Eu e Lorena (permitam-me nomeá-la desta forma) dentro de um carro, paradas num posto de gasolina, eu sem entender muito bem o que estava acontecendo, apavorada. Onde é que fui me meter? Seria sequestro?  Jornalista, pesquisadora, professora, brasileira, em minha primeira noite em Caracas fui a um restaurante de mariscos, assistir a um show e comer. Não foi por turismo. Lá, conheci Lorena, que se ofereceu para me guiar em meio ao caos. Ao chegar ao aeroporto de Maiquetia, fiquei quase uma hora para trocar 10 dólares, que seriam suficientes para pegar um táxi até o flat que eu aluguei em Altamira, no setor de La Castellana. A palavra bairro aqui designa favelas, comunidades mais pobres. “Por favor, diga urbanização”, me pede Lorena falando baixo e em pânico. Finalmente dois atônitos funcionários chegaram com um saco de dinheiro. Cada dólar está valendo 2.753 bolívares (no paralelo 8.900), e eles só tinham notas de 100. Como vou carregar isso? Perguntaram se queria

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