O MACHISMO DE CADA DIA

“Somos todos/todas feministas, porque feminismo é outra palavra para a igualdade’
(Malala Yousafzai) (Rovena Rosa/ABr)

Toda e qualquer conduta abusiva e desrespeitosa, física ou psicológica, que atinja a dignidade da mulher, deve ser denunciada imediatamente

Por Élio Gasda*

A violência de gênero é angustiante! As agressões estão ocorrendo cada vez mais cedo. 25% das mulheres de 15 a 24 anos, já foram vítimas da violência. Uma em cada três! (OPAS/OMS, 9 de mar/2021). Chocante! Mas os dados não incluem a situação agravada pelo coronavírus. Somente com fortes medidas proativas será possível combater essa “pandemia paralela” que é a violência contra a mulher.

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ONU DIZ QUE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES NA AMÉRICA LATINA É UMA PANDEMIA

Foto: Mídia NINJA

Do Brasil 247

 Organizações de mulheres denunciaram o aumento dos casos de violência e feminicídios na região latno-americana desde o início da pandemia de covid-19. De acordo com a ONU, durante a pandemia, o número de ocorrências de violência contra as mulheres aumentou porque muitas das vítimas tiveram que ficar confinadas em suas casas.

Durante a pandemia “podemos constatar que as consequências para as mulheres foram desproporcionalmente negativas”, disse a diretora regional para a América Latina e o Caribe da ONU Mulheres, María-Noel Vaeza.

María-Noel Vaeza alertou que a violência contra as mulheres na América Latina tem dimensões pandêmicas e os indícios mostram que está aumentando. A representante da ONU Mulheres afirmou que ainda não há dados consolidados, mas os “números emergentes mostram um aumento das denúncias e da procura de apoio” devido à violência contra as mulheres, informa a Telesul.

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“MEU CORPO NÃO É PÚBLICO”: PUBLICITÁRIOS CRIAM CAMPANHA PARA CONSCIENTIZAÇÃO.

Postado por Valentin Ferreira /do Conexão Jornalismo

Via Athayde Motta – Facebook

A onda de ataques a mulheres nas ruas e principalmente nos coletivos, que ganhou fôlego esta semana com casos registrados no Rio e em São Paulo, ganhou um adversário de peso. Publicitários criaram campanhas com os dizeres “Meu corpo não é público” disponível para ser copiada, reproduzida ou compartilhada nas redes sociais.

Os casos de ataques às mulheres, que geraram uma onda de protestos nas redes sociais, tiveram ainda maior visibilidade por conta da sentença do juiz José Eugênio do Amaral Souza Neto que soltou o auxiliar de serviços gerais, Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, após ele ejacular sobre uma passageira de ônibus.

Outras Peças da Campanha

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DE UBER OU ÔNIBUS, A VIOLÊNCIA SEXUAL SEGUE NO CAMINHO DAS MULHERES

Postado por Valentin Ferreira / por Débora melo e Tory Oliveira

Colagem da campanha #meucorponaoepublico

Cartazes da campanha #MeuCorpoNãoÉPúblico, criado por publicitárias contra abusadores no transporte

Estuprada por um motorista da Uber na noite de domingo 27 em São Paulo, a escritora Clara Averbuck descartou o registro de um boletim de ocorrência contra o agressor, posteriormente excluído do aplicativo. “Não confio no sistema. Já fui mil vezes à delegacia. Já levei amiga, já levei desconhecida, já levei um monte de mulher. Já vi o tratamento que é dado”, disse.

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BRASIL REGISTRA 10 ESTUPROS COLETIVOS POR DIA; NOTIFICAÇÕES DOBRAM EM 5 ANOS

Postado por Valentin Ferreira / da Folha SP

Por :CLÁUDIA COLLUCCI
DE SÃO PAULO

“Cala a boca, se alguém ouvir sua voz vai saber que é tu”, grita um. “Tapa o rosto da novinha”, diz o outro. Em vídeo que circulou nas redes sociais, quatro rapazes estupram uma menina de 12 anos em uma comunidade na Baixada Fluminense, no Rio.

A 2.400 km dali, em Uruçuí (sul do Piauí), uma grávida de 15 anos foi estuprada por três adolescentes, e o namorado, morto na sua frente.

Retirada de sua casa em Presidente Epitácio, no interior paulista, uma mulher de 48 anos foi estuprada por quatro rapazes. Eram seus vizinhos.

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“UM DIA VOU TE MATAR”: UM ESTUDO ALARMANTE SOBRE ASSASSINATOS DE MULHERES

Por: Rede Brasil Atual
Roraima é recordista em mortes de mulheres no Brasil por violência doméstica. Relatório da ONG Human Rights Watch avalia que os problemas do estado são semelhantes em todo o país
 REPRODUÇÃO/HUMAN RIGHTS WATCH

Cena de vídeo da Human Rights Watch

Descaso do sistema faz com que a pessoa que mais precisa de ajuda desacredite no Judiciário

São Paulo – Relatório da organização Human Rights Watch (HRW) divulgado nesta quarta-feria (21) expõe as falhas das autoridades de Roraima em investigar e acolher denúncias de violência doméstica que acontecem naquele estado. Desde 2010, a taxa de homicídio de mulheres em Roraima, a maior do país, aumentou 139%, chegando a 11,4 ocorrências por 100 mil mulheres em 2015, último ano para o qual há dados disponíveis – a média nacional é de 4,4 assassinatos para cada 100 mil mulheres, uma das taxas mais elevadas do mundo.

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